
Gosto de te dizer abrasas-me e partilhar contigo a troca do "c" pelo "s" que me permite ter uma intensidade de sentimentos e um gesto que também ele é intenso. E como eu te gostava de abraçar e ser abraçado por ti meu bairro, meu Huambo, e sentir a força do teu abraço numa entrega sem pudor a um aperto que me enchesse a alma. E a nossa intimidade aumenta quando as minhas recordações se aconchegam ao sabor das tuas cumplicidades reforçando a saudade que me destrói, o afastamento. E como não ando demasiado distraído ainda me apetece cantar "abrasa-me, abrasa-me muito, como se fosse esta noite a última vez..."